sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Preço médio por metro quadrado em Florianópolis


Dados obtidos do buscador de imóveis ImoFox mostram a variação do preço médio por metro quadrado para a cidade de Florianópolis, considerando a amostra dos imóveis presentes na busca do Imofox durante o período de Fevereiro de 2014 a Fevereiro de 2015.

Segue gráfico abaixo:

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Interface de busca de imóveis para dispositivos móveis


O Imofox, desde final do ano passado, conta com interface otimizada para dispositivos móveis (smartphones e tablets). Acesse já:

http://imofox.com.br

E envie seu feedback.

Encontre seu ‪imóvel para comprar ou alugar no Imofox. São mais de 600 mil opções disponíveis no Brasil inteiro.

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Outlet oferece desconto de até R$ 1 milhão para compra de imóveis na Black Friday

SÃO PAULO - O ano de 2014 não foi fácil para o mercado imobiliário brasileiro. Além de eventos que derrubaram as vendas ao longo do ano, como a Copa do Mundo e a eleição presidencial, os preços se mantiveram altos, com variações negativas ainda tímidas diante da valorização dos últimos anos.

Segundo a última edição do Índice FipeZap, o preço de imóveis de 20 cidades brasileiras avançou 5,9% neste ano, chegando a R$ 7.482 por metro quadrado em outubro, em média. No mesmo mês de 2013, o metro quadrado custava R$ 7.143.


Mas, a chegada da Black Friday parece ter animado o setor, que pretende usar a data para "desencalhar" os lançamentos ainda sem dono. Essa é o objetivo da outlet de imóveis novos RealtON, que irá disponibilizar aos consumidores descontos de até R$ 1 milhão em imóveis residenciais e comerciais na próxima sexta-feira (28).

Por se tratar da última data do ano que permite uma ação grande de vendas, muitos incorporadores prometem descontos extremamente agressivos, que ultrapassam o milhão de reais", descreveu o outlet em nota, prometendo promoções de até 60% do preço original em apartamentos compactos, apartamentos prontos e em empreendimentos de alto padrão. A promoção inicia na sexta-feira e se estende durante todo o final de semana.

Esse é o segundo Black Friday que a RealtON participa. No evento do ano passado, foram comercializados 65 apartamentos.

O outlet da RealtON oferece, por exemplo, apartamento de 57 metros quadrados no Bom Retiro, com lazer completo, por R$ 365 mil, imóvel de 68 m² no Campo Belo por R$ 530 mil, e uma cobertura no Panamby, com mais de 600 m², cujo desconto é de R$ 1,2 milhão.

Sem 'Black Fraude'

Apesar das ofertas parecerem imperdíveis, antes de adquirir o imóvel é preciso estar atento para evitar dor de cabeça. Segundo o executivo da RealtON, Rogério Santos, o primeiro passo é checar a credibilidade da incorporadora ou do vendedor, buscando informações na internet, por exemplo. "O site do Procon disponibiliza uma lista de empresas que se deve evitar, veja também alguma rede social onde clientes podem dar seu depoimento a respeito do vendedor."

Verifique também as entrelinhas da promoção, número de vagas no estacionamento, estado do imóvel e, se estiver pronto, procure visitá-lo e até, se possível, conversar com algum proprietário.
Para não cair no falso desconto, veja o preço histórico anterior do imóvel.

Outra dica é prestar muita atenção ao contrato. "A compra do imóvel é para sempre, portanto leia e releia o contrato. Se tiver dúvidas, não tenha receio de questionar e pedir explicações, peça alteração de algum item que lhe incomodar. Ao assinar, é preciso sentir-se totalmente confortável com a compra", finaliza o executivo.

Fonte: InfoMoney

Busca de imóveis em http://imofox.com.br




quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Central unifica informações sobre pendências de imóveis agilizando o processo de compra

A pessoa que for comprar um imóvel no País a partir desta quinta-feira (13) conta com um serviço que vai facilitar a aquisição, garantir segurança jurídica para a conclusão do negócio e, a curto e médio prazo, diminuirá os custos de registro de imóvel, que hoje dependem de longas buscas pelas certidões negativas do bem.


A Central Nacional de Indisponibilidade de Bens (CNIB), regulamentada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), integra as ordens de indisponibilidades de bens e os cartórios de registro de imóveis, facilitando o trâmite e diminuindo o prazo, além de permitir a busca e a indisponibilidade de bens imóveis em todo o país, como já ocorre com as contas bancárias em um outro sistema do Judiciário.

Esse sistema vai interligar todos os níveis da burocracia responsáveis pela conclusão legal do negócio, como magistrados, autoridades administrativas com competência para expedir ordens de restrição de bens e oficiais de registro de imóveis em todo o Brasil.

Quem já comprou um imóvel sabe que é preciso passar por uma via-crúcis atrás de certidões, averbações que dão comprovação jurídica de que o bem não tem nenhuma indisponibilidade – como ser a garantia de pagamento de uma dívida do proprietário, ter dívidas contestadas na Justiça, entre uma infinidade. Essa busca, segundo especialistas consultados pelo iG, podia demorar mais de 90 dias.

"Agora o prazo por essas buscas deve reduzir para 15 dias. A central terá todas averbações, certidões e documentação relativas ao imóvel a ser consultada em um único lugar. As pessoas não precisarão mais ir a diversos cartórios fazer essa busca pessoalmente", explica o deputado Paulo Teixeira, advogado e autor de um Projeto de Lei (PL) sobre regulamentação de bens e imóveis. O PL não foi aprovado pelo Congresso por pressão de setores que vivem da busca de certidões, mas o Executivo publicou a Medida Provisória 656 para centralizar todas as informações de um imóvel em sua matrícula, com base no PL.

Segundo a Associação dos Registradores Imobiliários de São Paulo, a CNIB deve receber e divulgar entre os seus usuários todas as ordens de indisponibilidade de bens indistintos, ou seja, que não visam o bloqueio de um imóvel específico, mas de quaisquer imóveis registrados em nome de determinada pessoa física ou jurídica.

"Quando eu for comprar um imóvel, o cartório terá de consultar a central – que terá informações em tempo real – de todos registros de imóveis para fazer buscas e verificar se consta alguma indisponibilidade. Se houver, tem de ser informado ao comprador. A indisponibilidade veda a negociação", explica João Pedro Lamana Paiva, vice-presidente do Instituto de Registro Imobiliário do Brasil (Irib).

Para Lamana Paiva, as custas das buscas pelas certidões deve cair muito.


Como funciona a Central Nacional de Indisponibilidade de Bens?

O serviço é destinado ao Judiciário, são os juízes e os registradores de imóveis que utilizam o sistema. Para a população em geral o sistema permite a pesquisa, que é gratuita, contudo é preciso ter certificado digital no portal indisponibilidade.org.br.

O Poder Judiciário e as Autoridades Administrativas inserem a ordem de indisponibilidade e o sistema comunica aos Registradores de Imóveis.

O Cartório de Registro de Imóveis efetua o registro da indisponibilidade no livro n°5 ou em banco de dados pelo número do CPF (Cadastro de Pessoas Físicas) ou do CNPJ (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica) e informa na Central eventual matrícula encontrada para possibilitar o conhecimento pelos órgãos que incluíram a indisponibilidade.

Os tabeliães de notas antes de lavrar escrituras relativas a imóveis devem extrair da Central de Indisponibilidade Certidão de todas as partes envolvidas na transação.

Para acessar o sistema, os usuários deverão portar um certificado digital padrão ICP-Brasil, tipo A3. Os dados incluídos no sistema serão preenchidos automaticamente com base no cadastro da Receita Federal.

Na sexta-feira (7), passou a valer a Medida Provisória 656/2014 que institui a concentração de dados na matrícula do imóvel, obrigando os credores a fazer a averbação (anotação/comunicação) nas matrículas de todas as "onerações". Conhecida como Renavam dos Imóveis, a medida tem dois anos para ser regulamentada.


São Paulo já tem central com resultados

Uma central de indisponibilidade já funciona há dois anos no Estado de São Paulo, sob a manutenção da Arisp. A CNIB foi feita a partir da ampliação dessa estrutura para todo o País.

Segundo dados do Arisp, no Estado já estão decretadas 24.932 indisponibilidades em nome de 28.741 CPFs e CNPJs. O banco de dados já teve 1.414.038 acessos.


Fonte: IG

Busca de imóveis em http://imofox.com.br

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Liquidação de imóveis por Construtoras nas principais cidades...

Diversas campanhas na TV vem mostrando construtoras adotando estratégias para liquidar imóveis parados. O fato é consequência de as gigantes do setor terem se empolgado com o bom momento do mercado imobiliário nos últimos anos e terem construído novos empreendimentos nas principais capitais do país em ritmo bastante acelerado. Para se ter uma ideia, entre 2009 e 2012, os lançamentos cresciam 20% ao ano. Enquanto isso, a economia do país, o PIB, chegou a 3,35% de média.


Assim, a demanda não acompanhou o ritmo da oferta e vários imóveis novos, especialmente apartamento e imóveis comerciais, começaram a ficar vazios. E o preço dos imóveis - que subia em ritmo muito maior do que a inflação - começou a se estabilizar.

Além de construir em ritmo mais acelerado que o mercado pudesse consumir, as construtoras pecaram, também, no erro de planejamento e de conhecimento do público. Veja o exemplo de Brasília. A capital federal convive, hoje, com falta de imóveis de dois, três e quatro dormitórios, mas ainda assim o mercado continuou apostando de maneira agressiva em imóveis compactos. Hoje, apartamentos de um dormitório representam 45% dos imóveis sem compradores em Brasília.

Problemas de estoque acontecem em outras grandes cidades. Segundo estudo da Fundação Getúlio Vargas, Salvador apresenta mais de 7,7 mil unidades novas em oferta, enquanto a capital baiana comercializa, em média, 4 mil imóveis residenciais por ano. Curitiba passa por situação semelhante, com também 7,7 mil unidades vazias. Diante desse cenário, as duas cidades diminuíram o ritmo de construção e passaram a se dedicar na liquidação do estoque nos últimos dois anos.

A situação não é tão crítica em outras capitais. Fortaleza é o destaque positivo, com um estoque de pouco mais de 4 mil unidades. Em média, apenas 19% dos imóveis de três dormitórios lançados ficam sem compradores na capital cearense.

Já na capital mais rica do país, São Paulo, o estoque é de aproximadamente 19 mil unidades, situação considerada normal. Para o Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), uma oferta entre 15 e 20 mil imóveis é o ponto de equilíbrio do mercado na cidade paulista. Tanto é que as construções não pararam em 2013, quando foram lançados mais de 33 mil unidades, um avanço de 16% ante 2012.

As construtoras sempre trabalharam para manter uma margem pequena de imóveis estocados. O problema começa quando o ritmo de construção supera a necessidade da demanda. Atualmente, um imóvel estocado significa muitas despesas para a construtora. Coloque na lista de despesas os gastos com manutenção, segurança e Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU).

Para se livrar de todas essas despesas, as construtoras apostam todas as fichas em promoções de tudo quanto é tipo. Algumas negociam até pela internet. Feirões com descontos entre 5% e 40% também fazem parte da estratégia. A matemática funciona mais ou menos assim: quanto mais baixo for o andar (vista desprivilegiada e problemas de barulho) ou menos vagas na garagem tiver, mais alto é o desconto pelo apartamento.

Mais uma forma de incentivar a compra é oferecendo promoções em eletrodomésticos, instalação de carpetes ou pisos de madeira, entre outros serviços. Promover o pagamento da escritura ou deixar 6 meses de condomínio acertado são outras formas de motivar o cliente a comprar o imóvel. O importante é liquidar os imóveis até encontrar o ponto de equilíbrio do mercado.


sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Financiamento de Imóveis: como as incorporadoras tentam aumentar as vendas

A tabela Price não é uma novidade no financiamento imobiliário e chegou a causar polêmica no Brasil por, supostamente, cobrar juros sobre juros – os chamados juros capitalizados, algo proibido por lei. Mas, nos últimos tempos, com quase R$ 30 bilhões em imóveis encalhados e vendas em queda, as incorporadoras esperam que os bancos olhem com mais atenção para duas vantagens da Price sobre seu principal concorrente, o Sistema de Amortização Constante (SAC), que poderiam reanimar as vendas: as prestações menores no início do pagamento, e a possibilidade de o comprador adquirir um imóvel mais caro.


A esperança das empresas do setor é que os bancos, responsáveis pelo financiamento da produção e aquisição de imóveis, passem a adotar mais a Price que a SAC. Segundo o presidente do Secovi-SP, Cláudio Bernardes, a entidade que representa quem constrói, negocia e administra imóveis no Estado de São Paulo, os outros fatores que poderiam ser revistos, para estimular as vendas, já chegaram ao limite. Não haveria mais espaço para reajuste de preços no setor; a demanda por imóveis está minguando; e a capacidade de pagamento dos brasileiros está menor, diante da inflação e do nível de endividamento geral da população.

Funil maior

“Esgotamos esses mecanismos que fizeram o mercado chegar até aqui”, afirma. “Não estamos pleiteando uma mudança na tabela, mas essa é a única alternativa que restou e precisa ser avaliada”, diz Bernardes. O primeiro argumento a favor da Price é que as prestações iniciais, nesse sistema de amortização, são cerca de 30% menores que as da SAC, para um mesmo imóvel e mantidas as outras condições, como prazos e juros. Como os bancos estabelecem que um interessado só pode comprometer entre 25% e 30% de sua renda mensal com a prestação da casa própria, oferecer parcelas menores permitiria que pessoas com renda insuficiente para financiar um imóvel pela SAC realizassem seu sonho pela Price. Traduzindo: ampliaria o mercado potencial de compradores.

O segundo argumento é que, com a mesma renda, uma pessoa pode comprar um imóvel com valor até 28% maior, pela tabela Price, do que conseguiria pela SAC. O motivo é o mesmo: como as primeiras parcelas são menores, o interessado poderia buscar uma casa mais cara, cuja prestação atingisse o limite permitido de comprometimento de renda, em vez de se contentar com uma mais barata, que lhe desse uma folga no orçamento.

Segundo o Secovi-SP, somente na capital paulista, as vendas caíram 49% no acumulado até agosto, baixando de 22.638 unidades para 11.587. Já os lançamentos baixaram 23% no mesmo período. De acordo com o jornal O Estado de S.Paulo, as maiores incorporadoras do País encerraram o primeiro semestre com um estoque de R$ 29 bilhões em imóveis. A combinação de queda de vendas com negócios encalhados faz a tabela Price parecer ainda mais atraente, mas os próprios incorporadores reconhecem que é preciso estudar mais a questão. “Os efeitos colaterais precisam ser analisados por quem financia o setor”, diz Bernardes.

Bomba-relógio?

O principal temor dos bancos é que a tabela Price gere mais inadimplência no futuro. O raciocínio é simples. Na tabela SAC, as prestações caem ao longo do tempo. Assim, se um comprador consegue pagar as primeiras, que são as mais altas, não terá muita dificuldade para quitar as últimas, que são mais baixas. Mesmo que sua renda caia com os anos, ele ainda poderia ter condições de quitar seu crédito. Na tabela Price, ocorre justamente o contrário. As prestações sobem com os anos, e qualquer imprevisto que rebaixe a renda do comprador, como passar a ganhar menos ou ter sua renda corroída pela inflação, pode levá-lo à inadimplência.

“Pela tabela Price, o comprador se expõe a mais risco”, afirma o diretor de Habitação da Caixa Econômica Federal, Teotonio Rezende. Não é por acaso que a instituição adota critérios mais rigorosos para aprovar um crédito por esse sistema: prazo máximo de 20 anos de financiamento, comprometimento de renda de até 25% e limite de 80% do valor do imóvel. Maior operadora de crédito imobiliário do País, a Caixa é um exemplo da postura cautelosa dos bancos sobre o assunto. Dos cerca de 5 milhões de contratos que a instituição possui, 97% seguem a tabela SAC. Apenas 2% são amortizados pela Price. O 1% restante é calculado por outros sistemas. Membro do conselho de administração da Abecip, associação que representa os agentes de crédito imobiliário no Brasil, Rezende afirma que a posição dos bancos privados “é radicalmente contrária à Price.”

Isso não significa que a Caixa esteja totalmente fora dessa tabela. Em maio de 2013, para impulsionar a faixa de renda até R$ 5 mil no Programa Minha Casa, Minha Vida, o banco passou a oferecer a opção de financiamento pela Price. O Banco do Brasil também adotou a mesma medida naquela época. Segundo Rezende, a demanda por esse sistema ficou “muito acima do esperado”. Quando se consideram apenas os contratos fechados em 2014, a Price já responde por 7% da carteira. O limite estipulado pelo banco é de 20% da média das operações. “Se atingirmos esse teto, podemos rever alguns critérios”, diz. Rezende ressalta, porém, que não há planos de estender a Price para além dessa faixa do Minha Casa, Minha Vida. Por enquanto, os incorporadores terão de buscar outros meios para aumentar as vendas.

Fonte: IstoÉ

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terça-feira, 7 de outubro de 2014

Tecnisa anuncia que aceitará Bitcoin como pagamento na compra de imóveis

Terça-feira, 7 de outubro: A construtora Tecnisa anunciou que passará a aceitar a moeda virtual bitcoin na compra de seus imóveis, já utilizada por empresas fora do país. Para oferecer o novo serviço, a empresa contará com o Bitinvest, empresa de moedas digitais que irá intermediar os pagamentos e convertê-los em reais.


A construtora pretende começar a aceitar o equivalente até R$ 100 mil para o pagamento da parcela de entrada referente a compra de um imóvel.

A Tecnisa fornece, durante esta primeira fase do projeto, um bônus de 5% para quem utilizar o dinheiro virtual. Isto significa que, a cada R$ 10 mil pagos em bitcoins, a pessoa terá mais R$ 500 como desconto no saldo devedor do imóvel que desejar adquirir.

A empresa disse que, futuramente, qualquer pagamento feito à organização poderá ser feito por meio do dinheiro virtual. Em sua página da web, a Tecnisa informou que ao aceitar a moeda digital, a companhia oferece mais uma opção de recurso a qual o cliente pode utilizar para efetuar seu pagamento.

No entanto, há algumas ressalvas e desafios envolvendo este tema. O líder de pagamentos emergentes da MasterCard, Daniel Cohen, ressaltou que uma destas questões está no "lastro", ou seja, as garantias implícitas as quais garantem o preço e atribuem a ele um valor tangível.

Criado em 2009, o Bitcoin é descrito como um sistema de pagamento digital descentralizado, que permite ao usuário transferir dinheiro de maneira direta, sem intermédio de bancos ou outras partes que poderiam taxar as transações.

Para garantir a segurança do processo, a moeda digital é protegida por criptografia e seu fluxo é verificado por milhares de computadores ao redor do mundo. Atualmente, o Bitcoin é utilizado por mais de 7 milhões de pessoas e ultrapassa 40 mil usuários no Brasil.



Fonte: Kioskea Brasil e IG Economia

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